Apostila VB.NET

Apostila da aula de VB.NET – Disponibilizado pelo professor

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Especificação C# 2.0

Passeando pelo site da microsoft algo me chamou a atenção…A especificação do C# 2.0, umas das coisas interessantes que eu encontrei foi o Generics, mas contém muito mais que Generics.

Faça o download neste link C# 2.0 Especification

Até logo…. vlwwww

UML para quem gosta de ser independente.

Olá, estou disponibilizando uma apostila sobre a UML. Conhecer as funcionalidades da UML é em um termo geral.. ser livre de tecnologia. O foco em si é criar a solução para um problema, usando formas e diagramas para uma melhor representação. Use, abuse desta metodologia de desenvolvimento de soluções.

Download da apostila

Final de projeto.

Buenas denovo,  final de projeto, mais que beleza. e agora aguardando o final da integração do núcleo da aplicação com o front-end.
Quero agradecer a todos da equipe pelo empenho no projeto, e um agradecimento em especial ae ao Vinicius pelo trabalho que foi realizado, onde realmente fizemos o melhor dentro do núcleo da aplicação.
Vlwwwwww
Até logo.

A Fórmula da Mudança

Olá pessoal, é bom estar postando aqui novamente, passei por problemas técnicos na minha carcassa, mas ja estou melhor.

Ahh uma coisa….SAÚDE EM PRIMEIRO LUGAR OK, TRABALHO FICA PRA DEPOIS…. aprendam isso..

Bom olhem este texto, legal pra caramba
Texto retirado do site TIMASTER (www.timaster.com.br)
Autor:Tadeu Alvarenga

Podemos prever a mudança? Podemos provocá-la ou controlá-la a nosso favor? Como o líder deve se portar em relação à mudança? O pesquisador David Gleicher criou uma fórmula que resolve estas e outras questões. Ela descreve, de forma simples e elegante, como a mudança ocorre nas organizações. Esta fórmula é, a meu ver, uma ferramenta importantíssima para todo líder e gestor que deseja implementar mudanças junto aos seus colaboradores. Ei-la:

IC x V x PP > R = Mudança
Na equação acima, o IC representa a Insatisfação Compartilhada pelas pessoas que compõem a organização, o V representa a Visão de um futuro melhor e o PP representa os Primeiros Passos para a modificação da situação atual. Quando IC, V e PP estão presentes e o seu produto é superior a R – que representa a Resistência das pessoas da organização à mudança – a mudança ocorre: simples assim. Vamos dar uma olhada rápida em cada um destes fatores.Quando eu falo de insatisfação como pré-requisito à mudança, lembro-me sempre de um cliente meu que, em um momento de desabafo, me confessou acreditar piamente que as dificuldades enfrentadas pela sua empresa – que não eram poucas na ocasião – se deviam unicamente ao fato de que os funcionários “simplesmente não se indignavam o suficiente”. Quando eu perguntei o que ele queria dizer com isto, ele me explicou: quando a empresa dele perdia um cliente para a concorrência ou quando havia algum problema com a qualidade final do serviço prestado, os funcionários “se portavam como se fosse uma coisa natural perder clientes ou oferecer um serviço de qualidade inferior ao que se teria condições de prestar”.
Eu tive de concordar com este argumento, porque eu mesmo, como consultor, jamais me contentava com algo menos que a excelência. Um sentimento de insatisfação, se bem conduzido por uma liderança eficiente, pode ser a base para alavancar um processo positivo de mudança dentro da organização. O bom líder sabe muito bem como, inclusive, provocar esta insatisfação e dosá-la de forma a produzir o crescimento do negócio. Não há nada de extraordinário nisto: trata-se de uma lei natural. Não me recordo mais qual filósofo grego disse que “criação é desarmonia”, mas o fato é que este aparente paradoxo se aplica perfeitamente aqui.

Se reparamos bem, veremos que todo progresso se dá por intermédio de “desequilíbrios controlados”. Tomemos como exemplo o simples ato de andar. Se estamos parados e desejamos caminhar numa direção, o fazemos primeiro deslocando o nosso peso para a perna que se deseja mover – provocando, neste momento, um desequilíbrio momentâneo. Quando estamos seguros em nossa nova posição, deslocamos o peso para a outra perna, e assim sucessivamente, em uma série de desequilíbrios perfeitamente controlados que acabam por nos levar aonde queremos. Assim em tudo – e também na liderança.

O segundo elemento de nossa equação representa a visão de um futuro melhor – e aqui também a liderança desempenha um papel fundamental, pois ela é a principal responsável por criar esta visão junto aos colaboradores. Se o primeiro elemento da nossa equação – que é a insatisfação – não for devidamente canalizado para uma visão de futuro, é muito provável que ela venha a se transformar em frustração ou mesmo franca revolta. O líder deve ser hábil aqui em fornecer uma visão de futuro que seja verdadeiramente empolgante para os seus liderados.

No entanto, para que se tenha sucesso em gerenciar a mudança de forma adequada, não bastam só a presença da insatisfação compartilhada pelos liderados e da visão de futuro: o líder precisa operacionalizar a transição planejando quais os primeiros passos efetivos que possam ser dados no aqui e agora para concretizar a sua visão.

Todos estes elementos necessitam estar presentes em nossa equação para que a mudança possa ocorrer – se, por exemplo, tivermos a visão de futuro e soubermos quais primeiros passos dar na direção da nossa visão, mas não houver um sentimento de insatisfação frente à situação atual, a resistência à mudança não será superada e a mudança terminará por não ocorrer. O líder, portanto, deverá saber trabalhar estes três elementos de forma a gerar a mudança que ele deseja ver acontecer.

Uma outra forma de facilitar a mudança na direção desejada é diminuindo a resistência à sua implementação. Da fórmula acima fica claro que, quanto menor a resistência, maior a possibilidade de mudança, porque menores terão de ser as quantidades de insatisfação, visão e planejamento necessárias para deflagrá-la. Como isto é feito? Como se neutraliza a resistência à mudança, algo considerado tão natural ao ser humano? Sinalizando aos funcionários não só que a mudança é necessária, mas também que ela é possível de ser feita e que – o mais importante – o seu resultado final será benéfico a todos os envolvidos, se não no curto prazo, pelo menos no médio e longo prazo.

Entre as mudanças mais difíceis de serem gerenciadas estão, muito possivelmente, aquelas que implicam em cortes de custos e de demissão de pessoal. Muito recentemente, tivemos um exemplo de um processo de mudança muito mal gerenciado no caso Varig. Destacando apenas um elemento de uma sucessão de equívocos, podemos mencionar o aviso de demissão enviado por telegrama, com grande repercussão negativa em toda a imprensa.

Em contrapartida, podemos mencionar como um exemplo de mudança bem gerenciada o fechamento da fábrica da Kodak em São José dos Campos, no ano de 2005. A empresa não só comunicou a sua intenção de fechar a fábrica com antecedência, como realizou um “Salão de Empregos”, reunindo aproximadamente 30 companhias, entre as quais Embraer, Nestlé, Johnson & Johnson, Monsanto e Procter & Gamble. A iniciativa teve por objetivo colocar os 400 funcionários da área de manufatura que seriam demitidos em contato com possíveis empregadores, facilitando desta forma a sua recolocação no mercado de trabalho. Temos aqui, portanto, duas atitudes bastante distintas frente à mesma e difícil questão da demissão de funcionários.

O que faz duas empresas adotarem condutas tão diferentes em relação a um mesmo e crucial problema? A resposta está na Fórmula de Gleicher. Pudemos observar que, em todos os fatores que compõe a nossa equação, a liderança desempenha um papel fundamental: seja motivando os liderados a mudar, seja construindo a visão de futuro, seja planejando o passo a passo da mudança, seja superando as resistências internas à mudança. O líder ou gestor, portanto, é o único fator que se destaca sempre e em todos os momentos do processo de mudança organizacional. Em tempos como os nossos, em que as mudanças acontecem na velocidade da luz, capacitar líderes para saberem lidar com as inevitáveis e onipresentes mudanças é de importância vital para a própria sobrevivência da organização

Conseguindo especificações exatas para softwares?

Extraido do site www.slashdot.org, um dos artigos do dia 07/03/2007 realmente chamou minha atenção, que traduzi logo abaixo:

“Desenvolvo software internamente para usuários que são, em sua maior parte, não familiarizados com computadores, e obter especificações exatas para esses programas se tornou um enorme desafio. Na instância mais recente, eu requisitei especificações detalhadas sobre o que um programa de controle de contas deve fazer  (por exemplo, regras, métodos de cálculo), e recebi um arquivo do Word tentando imitar uma tela de entrada de dados, completamente cheio de colagens inúteis. Isso parece ser a norma por aqui. Quando perguntei ao meu chefe sobre as especificações, ele disse que é minha responsabilidade determinar o que é preciso. Como faço para convencer usuário para que, para desenvolver o programa que eles querem, preciso de especificações detalhadas e apuradas?”

Logo abaixo, existiam diversos comentários a respeito do que fora dito.

Uma coisa é consenso entre todos: realmente, o chefe estava certo. Isso é trabalho da equipe de desenvolvimento. Agora, como obter tais dados?

Um comentário disse algo que me interessou e concordei prontamente:

  “Isso é chamado de engenharia de sistema e é completamente uma outra profissão. Para um grande sistema complexo como os sistemas ATC com que trabalho, engenharia de sistemas vale facilmente por 30% do seu pessoal. Lembre-se que obter o design correto logo de primeira é a parte mais difícil.

A única forma que consigo pensar de convencer o pessoal do setor que aparentemente rodam seu site é criar um documento cheíssimo de coisas para fazê-los culpados. O problema é que provavelmente vão se livrar de você quando eles responderem.

 Você pode tentar uma aproximação passiva-agressiva. Fique fingindo que não os entende. É mais ou menos como uma tirada Monty Python. Não vá longe demais para não deixá-los bravos. Julgue quando isso estiver para acontecer para que eles se liguem e comecem a escrever exatamente o que eles querem.

Existe um velho adágio que diz: O usuário tem exatamente o que pediu mas não o que ele quer.”

A página do artigo está localizada em http://ask.slashdot.org/askslashdot/07/03/07/022208.shtml para quem quiser ver mais comentários.

Deixe comentários a respeito!

Code Conventions – Boas práticas de programação

Bom como poucos sabem, sou meio apaixonado pela tecnologia Java e suas especificações.
Encontrei no site da sun um documento onde ensina como usar os code conventions da linguagem, mas se analisada esse documento, pode-se aplicar a qualquer linguagem de programação.
Cliquei no link abaixo e baixe o guia e se delicie.

http://java.sun.com/docs/codeconv/

Programe para todos, não seja egoísta… ;-)

Flwww até a próxima.

Vai dizer que você desgruda do computador?

Deve ser isso que os crentes chamam de “ver a luz”. Eu vejo a luz no meu monitor todos os dias. Uma crônica para quem passa horas demais na internet.

Por Cristiana Soares

On. Bocejo. Musiquinha do Windows. Bom dia. MSN, Hotmail, Gmail, Gtalk, Orkut, Skype. Lá fora faz sol ou estaria chovendo? As marginais estariam livres? Por curiosidade (e por um certo sadismo em ver os outros sofrerem nos engarrafamentos), abro o UOL antes de abrir as janelas de casa. Acontecimentos principais do dia. Curiosidades. Buraco de metrô que desaba. Feliz por não precisar das ruas, das marginais, do metrô. Na segurança do meu lar. E em todos os lugares ao mesmo tempo.

Começo a trabalhar, sem noção de hora. Conversas paralelas, pesquisas, viajadas. Tudo online e a cores. Onde estava mesmo? Ah, naquele texto. Mas preciso de um link. Um do tipo hiper. Hiperperdida, novamente. Fome. Comida. Qualquer uma, às vezes. Hoje, pausa para cozinhar no capricho. Entre cebolas e refogados, uma conferida nos e-mails.

De frente para a tela, minha mesa do almoço. Meu cérebro se estilhaça em mil. Um para cada direção das milhares de informações. Sensação de frustração por perceber que há mais informações do que uma cabeça. Uma cabeça-grão num universo cyberinfinito. De que site vim, para que site vou?

Pelo menos a comida é proporcional ao tamanho do estômago. Pelos menos essa sensação de saciedade eu posso realizar. Mas a postura sentada não ajuda na digestão. Clicar fica complicado. O corpo me obriga a desgrudar da cadeira giratória.

Na posição deitada. 15 min. O suficiente para planejar as próximas linhas que vou escrever, os próximos e-mails que vou enviar e matutar como vou fazer para ganhar dinheiro na web. Já que viver longe dela é impossível, então ela vai ter que me sustentar.

Nunca havia me viciado antes em nada desse mundo que chamamos real. Mas agora, sou uma e-adicta. Com direito a crise de abstinência. Graças aos céus, nas minhas férias, fiquei hospedada em um lugar com conexão banda larga full-time.

A Quântica tem um conceito chamado “emaranhado”. Onde todas as coisas estão interligadas, sem começo nem fim. Deve ser isso o que as pessoas chamam de Deus. De destino e tudo o mais que a religião tenta explicar. A internet não é o supra-sumo dessa concepção? Tudo está muito claro, pra mim, agora.

Por isso, se religião vem de religare, nunca fui tão praticante. Deve ser isso que os crentes chamam de “ver a luz”. Eu vejo a luz no meu monitor todos os dias. E tenho vontade de ajoelhar. Agradecer por estar viva para vivenciar essa experiência. Estar conectada. Entrar em comunhão.

Não, não me convidem para um passeio, se ele durar mais do que algumas horas. Pois tenho a sensação de estar perdendo alguma coisa. Algum viral, algum blog novo, algum amigo do outro lado do oceano que tentou entrar em contato.

Está preocupado comigo, eu sei. Mas antes de me criticar faça uma auto-análise. Não seja o e-roto falando do e-esfarrapado. Prove-me através de fotos ou outras evidências que você passa a maior parte do seu dia longe de um personal computer.

Está chegando a noite e sinto-me culpada. Os passarinhos cantaram lá fora e eu não os ouvi, pois meus ouvidos estavam ocupados com o canto de um MP3.

Um cansaço fractal me abate. Antes da cama, uma tv, um telefonema, para dar sentido a esses objetos ultrapassados que moram comigo. Não quero deixá-los enciumados depois de tantos anos de serviços prestados.

Vou sonhar que cada click vale um cent. Off.

 Fonte: [Webinsider]

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É só fazer o download da apostila… rapidinho.. e se deliciar….

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